Em 1970, uma câmera fotográfica foi enviada para as profundezas do Lago Ness, na Escócia, com um único objetivo: capturar imagens do misterioso monstro que, até hoje, acredita-se habitar aquelas águas. E agora, 55 anos depois, o dispositivo finalmente foi recuperado – com as fotografias intactas.
Entenda:
- Uma câmera fotográfica enviada para o fundo do Lago Ness em 1970 foi recuperada;
- O dispositivo foi colocado no local para tentar capturar imagens do famoso Monstro do Lago Ness;
- Descoberta por acaso, a câmera foi trazida à superfície totalmente intacta e teve seu filme revelado;
- Entre os registros, nenhuma foto da criatura mítica foi capturada, entretanto.
O primeiro registro sobre o Monstro do Lago Ness data do século VII, na biografia do monge irlandês São Columba. Mas a lenda começou a ganhar força mesmo com relatos do avistamento de um “dragão” ou “criatura pré-histórica” na década de 1930, e decolou de vez graças à famosa fotografia que supostamente mostrava a criatura gigante.
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Câmera conseguiu fotografar o Monstro do Lago Ness?
Colocada no lago pelo professor Roy Mackal, do Loch Ness Investigation Bureau, a câmera fotográfica estava a cerca de 180 metros de profundidade e foi encontrada acidentalmente durante uma missão-teste do Centro Nacional de Oceanografia (NOC) de Southampton, no Reino Unido.
A máquina ficou presa na hélice do veículo subaquático Boaty McBoatface, que estava sendo testado no local pela equipe do NOC. “Era uma engenhosa armadilha fotográfica que consistia em uma câmera Instamatic mecânica com um cubo de flash embutido, permitindo que quatro fotos fossem tiradas quando uma linha de isca era retirada”, explica Adrian Shine, que criou o The Loch Ness Project e ajudou a identificar a câmera, em comunicado.

De volta à terra firme, as fotos da câmera foram reveladas – e já adiantamos que, não, nenhuma imagem do Monstro do Lago Ness foi capturada. Apesar disso, a equipe destaca que é impressionante o fato de que a máquina permaneceu intacta por tantos anos. “Embora essa não fosse uma descoberta que esperávamos fazer, estamos felizes que esse pedaço da história possa ser compartilhado”, diz Sam Smith, engenheiro de operações da equipe do NOC.
A câmera e o filme estão atualmente com o The Loch Ness Centre, museu em Drumnadrochit, na Escócia, para que possam ser expostos ao público.
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